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Rentabilidade da monta natural e inseminação artificial em tempo fixo na pecuária de corte

O futuro da pecuária de corte e consequentemente sua rentabilidade estão atrelados a otimização do uso da terra, visto que em muitos estados sua área vem sendo ocupada pela agricultura. Uma das alternativas é o uso de biotecnologias da reprodução, como a inseminação artificial em tempo fixo [IATF] que permite a inseminação de animais sem a detecção do estro. O objetivo desse estudo foi avaliar o custo por prenhez da monta natural [MN] e da IATF em fêmeas pluríparas em um rebanho de corte. Os animais foram divididos em dois grupos: MN (n = 150) e IATF (n = 150). O custo por prenhez incluiu itens como vida útil do touro, depreciação, remuneração do capital e remuneração de funcionários, entre outros. O custo na MN foi calculado a partir de um valor de compra de R$ 9.000,00, taxa de prenhez de 75% e proporção de um touro para 30 vacas. Na IATF foi baseado na taxa de prenhez de 87% e valor do serviço por animal de R$ 60,00. O custo por prenhez foi de R$ 117,62 e R$ 217,66 para a MN e a IATF, respectivamente. As vantagens da utilização da IATF foram, maior taxa de prenhez no início da estação de monta, antecipação de partos, formação de lotes de bezerros mais pesados a desmama e diminuição do descarte involuntário. Desta forma, apesar de um investimento inicial maior, a IATF teve um bom custo/benefício e rentabilidade.

Acesse esse trabalho pelo link https://www.doaj.org/article/18ff3fcd831c40b7aa280ae94f4ea4b2

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