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Pesquisas mostram eficiência de descongeladores de sêmen no momento da inseminação

Escrito por: Leandro Araújo / Assessoria de Comunicação Unitecne 

A Inseminação Artificial é uma técnica utilizada no Brasil desde a década de 70. Consiste na aplicação mecânica do sêmen no útero da fêmea sem o contato com o macho.  Com o constante avanço das tecnologias no setor pecuário, muitos produtos surgiram para potencializar esta técnica. 

Há mais de 13 anos os descongeladores de sêmen são uma tecnologia à disposição dos produtores e técnicos envolvidos na inseminação. Para o médico veterinário Leônidas Porto, a tecnologia eletrônica de descongelamento de sêmen deve ser uma rotina durante a inseminação artificial. “Entre os benefícios do descongelador eletrônico destaco: descongelamento uniforme do sêmen devido à estabilidade da temperatura, e redução no manuseio do botijão pelo descongelamento de um número maior de palhetas simultaneamente”, afirma. 

Muitos produtores utilizam-se desta técnica para obter animais geneticamente superiores e mais produtivos. Vários estudos comprovam que nenhum outro método se mostra tão eficiente para o trabalho de campo quanto o descongelamento feito em água à temperatura entre 35 e 37°C.  

Em muitos rebanhos, o sêmen é descongelado em temperaturas inferiores a esta (no bolso, na mão, água a temperatura ambiente, “na vaca”). A não utilização da temperatura tecnicamente recomendada gera um maior tempo para o descongelamento, permitindo uma nova organização de cristais de gelo, o que provoca danos em várias partes dos espermatozoides. 

Pesquisas

Embrapa Gado de Leite – Coronel Pacheco

Em pesquisa, com duração de dois anos e com 248 inseminações artificiais, a Embrapa Gado de Leite de Coronel Pacheco constatou uma taxa de 12,6% a mais de prenhez ao utilizar o descongelador eletrônico de sêmen Fertilize, em relação ao método convencional (descongelamento na vaca). 

Outra forma de expressar esse resultado é pelo índice de serviço, ou seja, o gasto de doses de sêmen para se obter uma prenhez. Nesse caso, utilizando o método da Embrapa, o índice de serviço foi 2,25 doses por prenhez, enquanto no eletrônico foi de 1,75 dose, uma redução de 0,5 dose por prenhez, ou uma dose a cada duas prenhezes. Isto significa um incremento de 28,3% na eficiência da inseminação.

Grupo Gerar – Pfizer

Já pesquisa realizada pelo Grupo Gerar - Pfizer (especializado de reprodução aplicada ao rebanho) em diversas regiões do Brasil, durante a estação de monta 2010/2011, mostra que ao utilizar o descongelador de sêmen Fertilize, o pecuarista obtêm um aumento de 5,2% na taxa de concepção em relação ao método convencional. 

Na pesquisa, que contou com 35 médicos veterinários, foram realizadas 22.735 Inseminações Artificiais em Tempo Fixo (IATF) com o descongelamento convencional e obtida taxa de concepção de 45,67% e realizadas 63.915 IATF com descongeladores eletrônicos e obtida taxa de concepção de 50,87%. A diferença entre os dois métodos é estatisticamente significativa, p< 0,001 e significou incremento de 11,4% na eficiência da IATF.

Na IATF, observou-se também redução de 60% do tempo de execução do serviço, ou seja, em um trabalho com 300 fêmeas realizado com descongelamento convencional gastou-se 10 horas, enquanto com o eletrônico o tempo foi reduzido para 4 horas.

Fertilize

Há mais de 18 anos, o médico veterinário e proprietário da empresa Fertilize, Ricardo Reuter Ruas, encontrou a solução para facilitar a inseminação artificial. “Visualizando as diferentes formas utilizadas para descongelar o sêmen percebi que uma automação facilitaria o trabalho. Além disso, a padronização da temperatura de descongelamento assegura uma melhor taxa de concepção”, afirma Ricardo. 

O produto, idealizado e comercializado há 13 anos no mercado pelo veterinário é considerado o pioneiro no país. “O descongelador eletrônico de sêmen Fertilize já foi aprovado em diversos testes e é sempre recomendado em principais cartilhas e manuais de inseminação do país, entre elas a da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), Senar MG, Senar SP e também em publicação do Senar DF/ Embrapa” finaliza. 

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