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Ressincronização de cios e ultrassonografia Doppler: veja as evoluções tecnológicas que contribuem para maiores lucros na reprodução artificial bovina

Ao trabalhar com Inseminação Artificial, é sempre preciso ter em mente o objetivo de conseguir maiores lucros e o máximo de aproveitamento possível na reprodução artificial bovina. No post de hoje, vamos conferir sobre algumas práticas que têm evoluído para fazer com que as fazendas alcancem esses resultados, como a ressincronização de cios e a ultrassonografia. Continue acompanhando!

Antes de tudo, é necessário listar os principais fatores que contribuem para se alcançar os maiores lucros na reprodução artificial bovina:

  • maior eficiência dos serviços;
  • menores intervalos entre ressincronizações;
  • maiores taxas de concepção;
  • menores custos por cada gestação.


A ressincronização de cios

Para se ter menores intervalos entre as ressincronizações, as técnicas de diagnóstico precoce de gestação e não-gestação tornam cada vez mais eficiente o ciclo reprodutivo anual — seja por novas tentativas de inseminações (agora, com intervalos menores entre elas) ou por implantes de embriões.

Antigamente, a repetição da ressincronização era aos 30 dias após a primeira Inseminação Artificial. Com a melhora do processo, evoluímos para 22 dias e, hoje, a repetição da ressincronização já é possível aos 14 dias. Com isso, reduzimos para 24 dias o intervalo entre duas inseminações na IATF. A consequência da melhora nesse processo é um menor custo por fêmea utilizada e maior número de crias nascidas por ano.

A ultrassonografia Doppler

Quanto a outros avanços na área, outra questão que se destaca é a avaliação morfofuncional dos corpos lúteos através do Doppler. Essa tecnologia permite que o profissional realize a avaliação do fluxo nos vasos sanguíneos da área de interesse em tempo real.

A técnica vem sendo testada frequentemente desde seu conhecimento na década de 70. Desde essa época, a ultrassonografia Doppler pode ser empregada na investigação da hemodinâmica de estruturas reprodutivas envolvidas nos diferentes estágios fisiológicos: ciclo estral, gestação e puerpério dos animais.

Essa técnica demonstra-se importante na caracterização de forma quantitativa, semiquantitativa e qualitativa do fluxo sanguíneo nos órgãos, como os do trato reprodutivo. Dessa forma, algumas conclusões podem ser tiradas com base em pesquisas que demonstram que a técnica tem muito a crescer e fornecer informações que poderão ser utilizadas a campo:

  • a vascularização uterina apresenta um padrão de acordo com a fase do ciclo estral;
  • há aumento da vascularização no corpo uterino gravídico em comparação ao outro após 3 semanas de gestação;
  • quanto maior a vascularização do folículo dominante ou pré-ovulatório, melhor sua atividade folicular;
  • a vascularização do corpo lúteo pode ser uma forma de precisar a sua atividade e inferir uma concentração de progesterona, tudo isso associado à maior probabilidade gestacional;
  • a correlação da quantidade de progesterona está mais relacionada à perfusão do corpo lúteo do que ao seu tamanho;
  • a etecção da luteólise (lise do corpo lúteo) para diagnóstico precoce da gestação.


Assim, podemos entender que o Doppler é mais uma evolução que muito contribui para esse crescimento tecnológico na reprodução artificial, seja por IA, IATF ou TETF. Para melhorar seus processos de IA, veja como nossos produtos podem te ajudar

E para você, qual é a evolução tecnológica que mais faz diferença no processo de IA ou IATF da sua fazenda? Vamos conversar sobre isso? Estamos disponíveis por e-mail em fertilize@fertilizevet.com.br. 

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